Neste Dia das Mães, resolvemos fazer uma homenagem a todas as mamães escrevendo um pequeno texto contando como cada Mãe Qualé se relaciona com a tecnologia. Leia abaixo os relatos de nossa equipe e conheça um pouco mais da família Qualé Digital!

FELIZ DIA DAS MÃES!
Cathyanni Cabral
“A Dona Patricia sempre foi muito engajada no meio eletrônico. Ao adquirir seu primeiro computador pessoal, não teve medo das descobertas e num período total de dedicação se fez mestre em MahJonh. Com o surgimento das redes sociais, montou seu perfil e, assim, pode falar com as filhas nos diversos cômodos da casa, sem o tradicional ‘berro no corredor’. As tarefas diárias ficaram mais práticas.”
Débora Brehmer
“A Dona Alzira até que é moderna. Ela tem celular, liga, manda mensagens, bate foto e ouve o rádio. Assiste à TV a cabo. Adora seu amigo micro-ondas e não desgruda do forno elétrico! No computador, ela gosta de olhar fotos, responde e-mails, conversa no MSN, e imaginem só: ela tem até Facebook, conversa no bate-papo e gosta de passear pelos perfis.”
Rafael Cassettari
“A Dona Mara, de tecnológico, sabe MUITO BEM programar a televisão para assistir aos seus programas favoritos no canal Discovery Home & Health. Utiliza com uma maestria inigualável o motor de pesquisa Google para aumentar seu conhecimento como mãe, esposa e pessoa, porém, até hoje, aperta o botão PESQUISAR, em vez de simplesmente apertar enter. Mas isso um dia ela irá aprender. Fora essas habilidades únicas, ela também tem o incrível poder de dar palpites (mesmo que desnecessários) nos jogos de video game. Seu game favorito é ‘The Legend of Zelda: Ocarina of Time’, por causa das musiquinhas.”
Manuela Fonseca
“Dona Mari sempre curtiu uma tecnologia. Lembro-me que, quando ninguém sabia que telefone poderia ser um negócio sem fios e levado consigo, lá por 1996, ela adquiria seu primeiro tijolão da Motorola. De lá pra cá, ela já teve conta no Orkut (muito acessada para o devido stalking das filhas e pretendentes), no Facebook, no Twitter, e-mail Terra, Yahoo e Hotmail e conta do MSN. Agora, ela comprou um MacBook Air. A justificativa? ‘É tão bonitinho’. O maior uso para o bichinho? Jogar Paciência, ver correntes de PPT no e-mail, acessar sites como o Groupon e Peixe Urbano e falar com a filhinha mais velha preferida, aquela que mora em Florianópolis. ♥”
Verónica Enss
“Mais conhecida por uma parte do mundo como ‘subegode’, minha mamãe, Susana, sempre acompanhou a tecnologia. Antes, pegava aqueles manuais bem gordinhos e era quem sabia tudo do aparelho novo. Agora, acho que cansou de ler e pergunta para nós, os filhos. Coisa que a gente aprende ela vai lá também. Começou estudando programação (na época da tela preto e branco), continuou com os programas de texto e planilhas, depois foi mexendo nos meus programas de design (e sempre tem alguns trabalhinhos!), aprofundou alguns estudos de forma autodidata, fez o curso de reparação de PC e agora até dá aulas de informática! Sem falar que foi a primeira a ter celular touch da casa! E por aí vai… com certeza, está aprendendo alguma coisa nova.”
Josiane Lang
“A Dona Ivone, quem diria, não larga mais do computador. No começo, o aprendizado foi meio forçado. Para poder falar com a filha, precisava aprender a usar o MSN e o Skype. Depois de algumas aulas práticas, tomou gosto pela coisa. Hoje, ela tem perfil no Facebook e no Orkut, faz videoconferência via Skype, usa internet banking, visita sua folha de pagamento on-line, acessa seus sites favoritos, faz pesquisa de vídeos pelo YouTube e, claro, visita, diariamente, os blogs escritos pela turma da Qualé!”
Helena Machado
“A Maria Helena é movida pelo amor de mãe também em assuntos tecnológicos. Toda sua inserção no meio digital se deve ao desejo de aproximação das filhas e netas que moram longe ou mesmo das que passam os dias infiltradas em seus notebooks, ainda que na mesma casa. Nesse caminho de esforço e dedicação, sem dúvida, a coisa mais tecnológica que ela fez foi, enquanto concentrada na frente do computador, tentar atender o celular levando o mouse ao ouvido. Assim como já tentou mover o ponteiro do mouse arrastando o celular na mesa. Contudo, minha mãe, conhecida como Lena, está no MSN, no Facebook e até no Skype!”
Renata Vasques
“A minha mãe, Dona Rose, além de ter tido seus dotes culinários aprovados pela galera Qualé, está descobrindo as redes sociais. Já tem e-mail, MSN e agora está começando a entender o tal de Facebook. Confesso que meu irmão não tem paciência para explicar como as coisas funcionam ali e, tadinha, não sabia que tinha que apertar no ENTER, para a conversa do chat fluir… No e-mail, Groupon e Peixe Urbano enchem sua caixa de entrada. No MSN, o que ela mais quer é que a webcam funcione, porque não rola sincronia entre o teclado e ela (foi uma ótima datilógrafa), daí se perde toda e minha prima lá em Portugal acaba dormindo antes da primeira linha aparecer. Só acho ruim e tenho medo é dos comentários e esporros que possam vir depois. Mas ela é a dona do meu coração, só preciso fazê-la trocar de celular, um mais moderninho, já que ela está toda cibernética.”
Pollyanna Niehues
“A Dona Paulina nem o verbete ‘tecnológica’ conhece. Criada por freiras, em um lar de menores e idosos abandonados, aprendeu outras coisas bem diferentes, como doar as roupas que ficavam apertadas para os mais novos e que trabalho é sinônimo de independência. Tem dificuldades para lidar com a TV a cabo caso qualquer coisa fuja do normal e no celular só sabe fazer chamadas para os números já gravados na agenda. Mas dedilha lã em belíssimos cachecóis.”

Guilherme Goulart
“A Dona Telma nunca foi lá muito fã de gadgets e aparelhos eletrônicos, sendo mais ligada em ferramentas um pouco menos tecnológicas, como seus livros, por exemplo; mas opera o controle da TV a cabo e do DVD com maestria para descobrir seus seriados, programas culturais e shows. Além disso, já é íntima do celular e comunica-se por SMS com frequência.”
Rafael Dausen Meyer
“A Dona Marina sempre teve muita facilidade em aprender coisas novas, na era do vídeo cassete era ela que dominava o bicho programando todas as gravações que a família queria, com os anos, ela dominou o mouse e virou a rainha do Paciência Spider. Hoje, ela usa o banco virtual, responde seus e-mails, faz suas pesquisas na internet, um dia ela chega às redes sociais.
Não poderia deixar de falar da mãe da Duda. Quando conheci a Vivian, ela tinha um desktop bem velhinho e checava seus e-mails menos de uma vez por semana. Hoje em dia, ela tem seu próprio iPad, smartphone e notebook, responde seus e-mail várias vezes por dia, abastece seu blog, Twitter, Linkedin, Flickr e sempre comenta minhas postagens sobre a Duda no Facebook. Até a nossa AppleTV ela já está explorando. A minha mãe e a mãe da Duda estão cada vez mais digitalizadas!”
Carlo Manfroi
“A Dona Lília Manfroi passou ativamente por várias eras tecnológicas. Desde a época do carrossel de slide e da câmera Super 8 até a internet dos dias de hoje, ela não deixa de usar a tecnologia com um ótimo fim: ver e rever as pessoas que ama. Nos últimos anos, porém, Lília adotou um novo hábito: virou fazendeira. Cria gado, ara a terra, semeia e faz a colheita feliz. Tudo isso em suas duas megafazendas digitais, no Facebook e Orkut. Ah, e ainda tem tempo de trocar muitos MSNs e falar com os netos via Skype.”

É um fato que os 
O desastroso 
O governo 



